Primova Pay completa 10 anos com 25 milhões de transações anuais no transporte público

Gateway de pagamentos da Primova conecta sistemas de bilhetagem a diferentes canais digitais e já movimenta cerca de 70 mil transações por dia em 14 cidades

Há dez anos, a digitalização dos pagamentos no transporte público ainda começava a ganhar espaço. 

Hoje, o Primova Pay chega a uma década de trajetória com 25 milhões de transações por ano, uma média de aproximadamente 70 mil por dia, presença em 14 cidades e integração com oito carteiras e plataformas digitais. 

Os números ajudam a dimensionar uma transformação que aconteceu menos pela substituição da infraestrutura existente e mais pela capacidade de conectá-la a novos canais. Entre as plataformas integradas estão Cittamobi, Flash, Caju, iFood Benefícios, Inter, PicPay, RecargaPay e Moovit. 

A estratégia acompanha uma mudança na relação do passageiro com o transporte: o pagamento e a recarga passam a fazer parte de aplicativos e ambientes digitais que já integram a rotina das pessoas.

Uma década conectando pagamentos ao transporte

A trajetória do Primova Pay também revela como a tecnologia de pagamentos passou a ocupar um espaço mais amplo dentro do ecossistema de mobilidade. O gateway está presente em cidades como São Paulo, Campinas, Sorocaba, Guarulhos, Diadema, Florianópolis, Salvador, Recife, Maceió, Pelotas, Taubaté, Franca e Cuiabá.

Um dos principais exemplos está em São Paulo. Dados da Primova confirmam que o Primova Pay representa 30% do volume comercializado pela SPTrans em canais digitais, com aproximadamente 20 milhões de transações por ano. 

A dimensão da operação mostra como os canais digitais podem ganhar escala sem exigir que o sistema de transporte abandone sua estrutura tecnológica existente.

Esse ponto é fundamental para compreender o papel da solução.

Gateway de integração amplia meios de pagamento

O Primova Pay é um gateway cuja função é conectar diferentes meios e canais de pagamento aos sistemas de bilhetagem utilizados pelas operações de transporte.

Na prática, isso permite integrar aplicativos, bancos, fintechs, carteiras digitais e outros canais à infraestrutura já existente. 

A arquitetura foi concebida justamente para ampliar as possibilidades de venda e recarga sem exigir a substituição do sistema de bilhetagem. Dessa forma, a solução funciona como uma camada de integração entre canais digitais e sistemas de bilhetagem existentes.

Essa característica permite que diferentes modelos sejam construídos conforme as necessidades de cada cidade ou operação. Entre as possibilidades estão recargas digitais, Pix, integração com aplicativos e carteiras, recarga por WhatsApp e novas experiências de pagamento. ]

A tecnologia também oferece recursos de acompanhamento, auditoria e monitoramento das transações.

Do aplicativo ao embarque: novos caminhos para pagar

A evolução da plataforma também aparece na utilização do celular como instrumento de pagamento. 

Em São Paulo, por exemplo, o Primova Pay possibilita comprar passagens pelo Cittamobi, pagar via Pix e utilizar a passagem por aproximação Bluetooth no equipamento de validação do ônibus. A iniciativa foi desenvolvida pela Primova em parceria com SPTrans e Prodata.

Em Campinas, outro exemplo combina planejamento de viagem e recarga do Bilhete Único no Cittamobi. Na cidade já são mais de 20 mil recargas mensais, mostrando todo o potencial de expansão e facilidade no uso para os passageiros que utilizam o transporte público.

Depois de dez anos, os números do Primova Pay contam uma história que vai além do volume de transações. Eles mostram a evolução de uma infraestrutura tecnológica criada para aproximar o transporte público dos hábitos digitais de pagamento e ampliar os pontos de acesso ao serviço. 

O desafio, agora, é continuar conectando novas possibilidades ao ecossistema existente, sem perder de vista aquilo que sustenta essa arquitetura: integração entre tecnologias, sistemas, operadores e passageiros.

Aponte sua câmera para o QR Code e seja redirecionado para a loja de aplicativos.